quinta-feira, 16 de abril de 2015

Casem-se, é bom casar.

É no mínimo contraditório que alguns de nós cristãos afirme, irrefletidamente, que a família é a “célula mãe da sociedade” e em contra ponto desprestigie o casamento, quem nunca ouviu um uma exposição vigorosa, daqueles tele pregadores, que tanto falam de família? Em contra ponto, quem nunca ouviu ou presenciou irmãos debochando ou ironizando o casamento?

Ora, o que é uma família se não a junção de uma homem a uma só mulher, que terão como consequência desse relacionamento, filhos e filhas. Será que não observamos que sendo negativos com relação ao casamento somos em primeira instancia inimigos da família, que dizemos tanto proteger? Ou ainda, não percebemos que o casamento é o primeiro passo para se constituir uma família?

Infelizmente os estímulos dos mais velhos para com os mais moços com relação ao casamento expressam o descrédito secular que os ímpios desenvolveram, contamos ainda com o a valorização da formação acadêmica ou com o próprio desejo de engajamento profissional da mulher, que tem gerado uma repulsa diante da ideia de casar-se, sem que esses ideais tenham se concretizados.

A pertinente aversão a um “relacionamento sério” tem lançado nossos jovens a uma visão turva sobre o que é de fato um relacionamentos, a consequência disso é uma geração sem nenhuma expectativa positiva com relação a indissolubilidade do casamento, afirmada nas Escrituras. Isso sem mencionar os altos índices de divórcio entre os cristãos.

Temos ainda o modelo de família, que tem sido proposto pelos ideólogos do movimento GLPT, que tem contribuído para a perda da ideia de gênero, e fere claramente o mandamento divino.  

Na medida que os cristãos mais velhos abandonam a “fé” no casamento e desencorajam assim os mais novos a casar, perdemos dentro de nossas próprias comunidades, uma batalha que queremos ganhar lá fora. De tanto defendermos os princípios bíblicos diante de nossos opositores, nos esquecemos de os expor e ensinar aos nossos rebanhos.

Devemos não só afirmar a forma bíblica de casamento mas também estimular nossos jovens a casarem-se no Senhor, e a desfrutarem de um relacionamento hetéro, monogâmico e indissolúvel.  
    

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